Nesta última quinta-feira (12 de Fevereiro), ocorreu a tão esperada estréia de Cinquenta Tons de Cinza, baseado na Trilogia homônima da escritora E. L. James, o filme (assim como o livro) narra a estória de uma jovem universitária que se apaixona por um multi-milionário extremamente jovem. No entanto, ela passa a descobrir que seu "amado" não teve um início de vida muito promissor e que seus gostos (se tratando da parte sexual) são, como ele mesmo diz, "singulares" (uma vez que ele é sadomasoquista). A trama toda de desenrola em torno desse breve resumo.
Se tratando do livro, o mesmo é extremamente detalhista e não poupa palavras nas partes mais picantes, chegando a ser constrangedor lê-lo em público. O uso do tempo verbal no presente, torna a leitura ainda mais envolvente e intensa, sendo quase impossível parar de ler.
O modo como a autora nos revela os pensamentos de Anastasia Steele é, de fato, algo muito importante no enredo do livro...o mais promissor dos detalhes se passa nas características marcantes dos dois personagens, sendo ela envergonhada e que "aprende" a "ser mulher" e ele sendo dominador e conseguindo intimidar ela com um simples olhar ou sua simples presença!
Já em contra partida, o filme, em uma escala de cinco estrelas, eu o daria 2,5 e dessas duas estrelas e meia eu daria 2 (duas) para a atriz Dakota Johnson que desemprenhou seu trabalho com grande afinco e magnificência e, só não foi mais brilhante por conta de que o ator Jamie Dornan estava meio "perdido", talvez por seu talento não alcançar a postura adequada que Christian Grey necessita, ou então por Sam Taylor-Johnson ter perdido o foco e ter se importado mais em discutir com E. L. James do que "fazer" mesmo o filme. No geral, os fãs se decepcionaram com o filme, não pela falta de cenas mais "explícitas", mas por não ter havido empenho de todos na produção do mesmo. Fica então a expectativa de Cinquenta Tons Mais Escuros (com previsão de lançamento para 2017) "corrigir" os erros do primeiro e, ao novo/nova diretor(a) superar a desatenta Sam Taylor-Johnson.
MAD O Crítico

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